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Como explicar a sensação de “déjà vu”?




Foto: amrayman246.wordpress.com/

Sabe aquela sensação de estar vivendo uma coisa que já aconteceu? E aí nós ficamos na dúvida se sonhamos aquilo ou se voltamos no tempo (vai que, né?) ou se é a nossa vida que repete muito, mesmo. Qualquer que seja a nossa teoria, esse fenômeno, chamado de “déjà vu”, desperta a curiosidade de muitos cientistas por aí – e nenhum deles conseguiu, ainda, entender realmente do que se trata.

Quer dizer, até agora. Um estudo do Central European Institute of Technology (CEITEC MU) e da Faculdade de Medicina da Universidade de Masaryk, na República Tcheca, trouxe alguma luz sobre o mistério.

Os pesquisadores descobriram que certas estruturas cerebrais específicas têm um impacto direto sobre isso. Exames feitos com ressonância magnética com 113 voluntários mostraram que o hipocampo, estrutura localizada nos lobos temporais do cérebro onde as memórias se originam, eram consideravelmente menores em pessoas que vivem tendo essa sensação, em comparação com quem nunca teve uma experiência assim. E tem mais: quanto mais frequentes os déjà vus, menores eram essas áreas.

“Quando estimulamos o hipocampo de pacientes neurológicos, conseguimos induzir neles a sensação de déjà vu. Ao encontrar as diferenças estruturais no hipocampo em pessoas saudáveis ​​que têm ou não tal experiência, mostramos que ela está diretamente ligada à função destas estruturas cerebrais”, afirmou o autor principal do estudo, Milan Brázdil, do CEITEC.

Para ele, o déjà vu é provavelmente causado por uma superexcitação de células nervosas em hipocampos mais sensíveis. Isso causaria um pequeno “erro no sistema”: as lembranças falsas.“Tal sensibilidade maior pode ser consequência de alterações nessas regiões do cérebro que podem ter ocorrido durante o desenvolvimento do sistema neural”, explica Brázdil. O hipocampo é excepcionalmente vulnerável a várias influências do ambiente externo, como as patológicas (como inflamações) ou fisiológicas (como o stress ou privação do sono), principalmente na primeira infância.

Apesar de parecer misterioso, o déjà vu é uma experiência comum: segundo os pesquisadores, entre 60% e 80% dos indivíduos normais já passou por isso.

Fonte: Super interessante - Abril (Adaptado)

Tomar refrigerante é tão perigoso quanto fumar


Foto:flickr.com/shazlypic


E por isso as latas deveriam vir com rótulos de alerta sobre o perigo, iguais aos estampados nas embalagens de cigarro. É o que dizem alguns pesquisadores, depois de um novo estudo apontar que beber refrigerante pode causar diabetes do tipo 2.
Quem decidiu investigar a relação entre a doença e o hábito de beber refrigerante foi o pessoal do Imperial College, em Londres. Eles perguntaram a 12 mil pessoas já diagnosticadas com a doença sobre a dieta de cada um – e quantas latinhas de refrigerantes costumavam tomar por dia. Outras 16 mil pessoas, sem diabetes, também foram entrevistadas.
Perceberam uma tendência negativa: tomar 360mL de refrigerante (equivalente a uma lata) por dia aumenta em 22% o risco de ter a doença. E o problema não atinge apenas obesos. Refrigerante faz mal mesmo para pessoas com peso normal – só que nesse caso o risco de ter diabetes do tipo 2 sobe “só” 18%.
“Se existe algum item da nossa dieta que age como o tabaco, este item é o refrigerante [e outras bebidas industrializadas que vêm cheias de açúcar]”, explica Barry Popkin, da Universidade da Carolina do Norte, ao Sunday Times. “Os rótulos dessas bebidas deveriam explicitar a quantidade de açúcar e alertar que o consumo tem de ser limitado”, diz Nick Wareham, um dos autores da pesquisa.
O problema é que o refrigerante parece aumentar a resistência da insulina no organismo. Por mais que a substância esteja presente no corpo, os níveis de açúcar no sangue continuam altos, o que caracteriza a diabetes do tipo 2.

Que perigo, não? Melhor trocar o refrigerante por um suco natural.

Fonte:Super Interessante

A Física no Parque de Diversões

 
Fonte: www.tocadacotia.com.

Você sabia que a física está muito presente na nossa vida a qualquer lugar que vamos? O Parque de Diversões é um bom exemplo disto! Nele todos os brinquedos seguem meticulosamente princípios físicos que você estuda na sala de aula!

Confira abaixo alguns brinquedos que se utilizam destes princípios físicos:

1. Montanha Russa


Bastante popular nos parques, vamos explicar como funciona seu movimento:


 Fonte: www.geocities.ws (adaptado).

(a) Durante o caminho, o carrinho vai armazenando o máximo de Energia Potencial Gravitacional (EP).
(b) Enquanto o carrinho desce, a Energia Potencial transforma-se em Energia Cinética.
(c) Aqui, o carrinho tem o máximo de Energia Cinética e nenhuma Energia Potencial.

 Looping em uma Montanha Russa. Fonte: www.megacurioso.com.br.

Durante o looping, quando o carrinho vira de ponta a cabeça, a Energia Cinética e a Força Centrípeta, que aponta para o centro da circunferência,  são quem fazem com que o carrinho consiga prosseguir todo o looping.


Ainda há, muitos outros brinquedos que só são possíveis graças aos princípios físicos, como o "Carrinho que Bate-Bate", também popular, na qual o carrinho atingido pela batida reage com a mesma intensidade da força aplicada, fazendo com que os dois carrinhos se afastem imediatamente.


Fonte: Coleção Fique por Dentro - Ciências, Gold Editora.

Belém em Primeiro Lugar no SISU

Primeiro lugar no Sisu é de aluno de Belém (Foto: Arquivo/Colégio Moderno)

Primeiro lugar geral no SISU é conquistado pelo paraense Igor Cerejo Tavares da Silva Almeida de 17 anos, que já havia conquistado a terceira posição em 2012, que neste ano conquista a primeira opção na UFPA (Universidade Federal do Pará) e agora também no SISU 2014.

"Estou muito feliz com a aprovação. Minha família toda está, principalmente minha mãe, que foi quem mais se emocionou”, contou o estudante, aprovado no curso de medicina. “Recebi a notícia sobre o primeiro lugar na UFPA com surpresa, mas alegria. Ainda não fui informado direito sobre ser de fato o primeiro local nacional, então não posso falar nada sobre isso. Mas a emoção é grande" afirma Igor.

Segundo o coordenador do Colégio de Igor, tudo foi obtido com muito esforço. Fica aí então os parabéns e orgulho de todos os paraenses.

Fonte: http://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-269912-primeiro-lugar-no-sisu-e-de-aluno-de-belem.html

Internet das coisas

Geladeira inteligente. Foto: www.engenhariae.com.br

Você já ouviu falar de “internet das coisas”? Termo que começou a ser bastante utilizado nos últimos meses.

Apesar do uso deste termo apenas ter-se massificado recentemente, o termo foi pela primeira vez utilizado em 1999 por Kevin Ashton. A internet das coisas refere-se à próxima revolução tecnológica, que vai representar o futuro da computação e da comunicação, e pressupõe que cada vez mais seja possível conectar os objetos do cotidiano a grandes bases de dados e redes e à rede das redes, a internet.

 Fonte: Engenharia é (Adaptado).
Colégio Estadual Paes de Carvalho. Design de Kelly Costa.
Praça Saldanha Marinho, 10, Campina ,Belém - Pará | Telefone: (91) 3223-2952
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